quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Espairecer

Ontem à noite vivi um momento que fez mudar o meu estado de espírito... estava chateada, por algo que agora nem me lembro mais, sabe aquele sentimento incomodo de chateação? Pois é, saí até a varanda da minha casa e olhei para o céu a procura da Lua... não encontrei a Lua, mas sim muitas nuvens! Mas essas nuvens estavam apenas de passagem... a brisa leve que eu sentia aqui em baixo era um vento forte lá em cima e carregava as figuras nas quais as nuvens se transformavam... vi voarem baleia, cachorro, urso, elefante... uma boneca, um rosto, um mago e uma bruxa. Quando todos passaram, desvendaram à minha frente um céu repleto de estrelas... estrelas brilhantes, que cintilavam, piscavam sem parar. Foi então que aconteceu o que sempre me acontece quando olho as estrelas, começo, na minha imaginação, uma viagem rumo ao espaço e aos debates quânticos... meu pensamento vagueia entre infinitas possibilidades da existência... aquela estrela que vejo pode nem mesmo estar lá e, ainda assim, é capaz de desencadear tantos devaneios filosóficos. Fui repentinamente despertada e trazida de volta pelo latido estridente do cachorro do vizinho, mas valeu a pena essa viagem, quando voltei para dentro de casa era como se eu, realmente, tivesse viajado para espairecer...
Até a próxima...

4 comentários:

Vinicius Pereira disse...

Perenes somos, de amor perene. Água morna que corre sobre nós, sobre nossa história. Uma flora inteira nasce no nosso abraço, os animais sevalgens se amansam na nossa união. Perenes somos, de amor perene, profundo, sincero. Em qualquer direção voamos, com qualquer ambiente podemos, podemos sempre sempre plainar. Somos nuvens emplumadas, sorrisos sonhadores, crianças que brincam de pintar a vida. Um filho querido, tela colorida em tom pastel, que me abraça e me faz feliz. Feliz eu sou, somos perenes, no infinito de nossos anseios, no vislumbre da nossa paixão, paixão de sermos nós, família. Um vento leve me afaga a face, subimos degraus, avante! Sempre perenes cantamos juntos a nossa canção maior e os pássaros se calam para ouvir. Amada minha, campo perfumado dos meus brandos anelos, sede de ternura, somos perenes, de amor perene, na vida que nos leva como fonte nova. Minha vida: você.

AgniruC disse...

Ah carissíma viagens assim devem ser frequentes , fazem um bem danado!!Olhar o céu , as estrelas , a janela espacial e tão especial!!Boa viagem.

Vinicius Pereira disse...

Ah, a propósito, não querendo fazer um pequeno comentário: adorei o espeirecer!

bjs

Tânia Yuri disse...

Se faz necessário viajar... há momentos em que me lembro de Raul e me dá uma vontade danada de gritar: "Pare o mundo que eu quero descer!!!" E completo :"me deixe onde nada me veja, me sinta ou me aclance...

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